Quando eu era mais nova (e olha que eu só tenho 21 anos) nunca pensei que um dia existira um aparelho eletrônico que praticamente simulasse um livro, só que com muito mais funções. Se você for mais velho que eu, vai concordar comigo e pode até ter uma opinião negativa sobre os eReaders, o que eu admito já ter tido um dia... Até o momento em que eu estreei gloriosamente o meu Kobo.
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| Meu Kobo Touch lindinho ao lado de um livro mais que lindo! |
Eu entendo que, para um leitor conservador acostumado há anos com o uso de marcador, com a observação e admiração detalhada de uma capa, com o virar das páginas e com o cheiro de um livro físico, um eReader é monstro, uma máquina do mal, que vai levar bibliotecas e livrarias à extinção no futuro próximo. Enquanto isso, alguns leitores modernos já são bastante adeptos de Kindles e Kobos, principalmente aqueles que já não possuem mais espaço livre na estante. Eu me encaixo em uma categoria intermediária: estou começando a me acostumar com o eReader, mas nem por isso vou abrir mão de ter meus exemplares impressos em casa. E é assim que eu pretendo continuar sendo!

