Sinopse:
E se tudo em que você acreditasse fosse uma mentira? Em Convergente, o aguardado volume final da trilogia Divergente, de Veronica Roth, uma revelação que deveria ter permanecido em segredo põe em questão a existência da sociedade baseada em facções na qual a protagonista Tris Prior acreditara um dia. Um novo mundo é revelado além dos muros da Chicago distópica em que Tris nasceu e cresceu, e ela é mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.
Em Convergente, a sociedade que se dividia em Abnegação, Amizade, Audácia, Erudição e Franqueza encontra-se destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Diante da oportunidade de explorar o mundo além dos limites que ela conhecia até então, Tris não hesita em partir, na esperança de ter uma vida nova ao lado de Quatro – livre de mentiras complicadas, lealdades suspeitas e memórias dolorosas. O que ela encontra, no entanto, é uma realidade ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás. Antigas descobertas rapidamente perdem o sentido. Novas verdades explosivas transformam os corações daqueles que ela ama. Mais uma vez, Tris é obrigada a compreender as complexidades da natureza humana – e a si mesma –, enquanto convergem sobre ela escolhas impossíveis.
Narrado sob uma emocionante perspectiva dupla, Convergente revela os segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores com Divergente e Insurgente.
Título original: Allegiant - Autor: Veronica Roth - Páginas: 528
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Resenha:
Distopia é distopia. Isso significa que todas elas devem ter um final trágico? Ou que qualquer personagem pode morrer na história? Ou ainda que tudo pode dar errado no final das contas? Não sei se há uma resposta correta para tais perguntas, só sei que Convergente usou e abusou bastante dos nervos da leitora chocada e deprimida (e até mesmo um pouco revoltada) que vos escreve.
